TCA volta no dia 1º de julho
O Teatro Castro Alves (TCA), que retoma seu funcionamento no dia 1º de julho, volta a integrar a lista de teatros mais importantes do país
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6/23/20262 min read


O Teatro Castro Alves (TCA), que retoma seu funcionamento no dia 1º de julho, volta a integrar a lista de teatros mais importantes do país, dessa vez em um patamar mais elevado com estrutura que segue padrões internacionais e elementos que evidenciam, simultaneamente, modernização e preservação das características históricas do prédio.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), desde 2014, como importante exemplar da arquitetura brasileira do século XX, a reforma do TCA foi pautada por cinco eixos: acessibilidade, restauro, segurança, atualização tecnológica e sustentabilidade.
Todos os eixos se relacionam com parâmetros técnicos de preservação e as intervenções feitas durante as obras foram vinculadas à obrigatoriedade de manter características arquitetônicas que fundamentaram a proteção histórica.
"A reforma e o restauro de patrimônios exigem a conciliação entre a preservação dos valores estéticos e históricos com a atualização funcional e tecnológica exigida nos dias de hoje. Além da memória que o espaço físico carrega, trabalhamos com grande respeito à carga simbólica de um equipamento referencial da arte e cultura brasileira”, explicou o secretário de Cultura do Estado da Bahia, Bruno Monteiro.
Neste sentido, as obras do TCA tiveram especial atenção com a memória e significado da edificação para a cultura nacional. Do ponto de vista da preservação do patrimônio, destacam-se ações que seguem parâmetros técnicos e princípios relacionados à preservação do patrimônio material.
O TCA será reaberto com estrutura requalificada em funcionamento e seguirá até o final do ano em uma fase de operação teste, período tecnicamente chamado de "operação assistida". Em obras de equipamentos teatrais, sobretudo de grandes proporções como as do TCA, esta é uma etapa que compõe a sequência de eventos necessários ao pleno funcionamento do edifício. Nesta fase, são realizados ajustes técnicos e alinhamentos operacionais essenciais, que não impedem a realização de programação artística e das ações previstas após sua reabertura.
Fonte: Ascom BA – Imagem: Manuel Sá/Divulgação Secult BA
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