Bolsas de auxílio crescem, mão de obra some e inadimplência no Brasil bate recorde
Após o pior janeiro da história, o país atingiu em fevereiro a marca de 73,7 milhões de consumidores inadimplentes, de acordo com o Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil
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3/22/20261 min read


Com as eleições chegando e o populismo a todo vapor, as bolsas sociais no país já estão saindo dos limites. E com isso, o mercado não produz, não contrata e desemprega aqueles que não vivem dos auxílios do Governo Federal (opinião do site). A inadimplência no país teve mais um aumento este ano. Após o pior janeiro da história, o país atingiu em fevereiro a marca de 73,7 milhões de consumidores inadimplentes. De acordo com o Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, este volume representa 44,11% da população adulta brasileira. Na comparação anual, o número de devedores cresceu 10,22% em relação a fevereiro de 2025. Já na variação mensal (janeiro/2026 para fevereiro/2026), a alta foi de 0,71%.
A inadimplência no Brasil apresenta uma concentração significativa em adultos jovens e no setor financeiro. A maior concentração de devedores está entre 30 e 39 anos, somando 18,01 milhões de pessoas. Isso significa que mais da metade (53,12%) da população nesta faixa etária está negativada.
“O avanço da inadimplência reflete o cenário desafiador que o brasileiro enfrenta para equilibrar o orçamento doméstico. Manter as contas em dia tornou-se uma tarefa árdua diante de um custo de vida ainda elevado e do comprometimento da renda com dívidas passadas. Esse ciclo é extremamente prejudicial para a economia: o consumidor inadimplente perde seu poder de compra e, por consequência, retira-se do mercado de consumo. Sem crédito e com a renda corroída, o consumo das famílias trava, o que impacta diretamente o dinamismo do comércio e de todo o setor de serviços, retardando a recuperação econômica do país”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa. Fonte: CNDL
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